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outubro 2009

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Felicidade e Qualidade de Vida
16 de outubro de 2009 at 18:55 0
Esta semana tive um encontro muito especial com um grande empresário que me perguntou sobre a tal qualidade de vida. O que eu achava sobre isso. Respondi para ele que para mim qualidade de vida é ser FELIZ. Se você está fazendo verdadeiramente o que gosta, se está colocando integralmente a sua essência para fora e com isso se realizando, você encontrou qualidade na sua vida. Isso porque a vida sem qualidade é infelicidade. E qualidade, como já diziam os meus amigos japoneses, é muito relativa. Depende de suas referências, de sua história de vida, do seu país, sociedade, estilo e tudo mais que cerca o ser humano. O segredo é saber como usufruir da qualidade na vida e da vida, sem prejudicar os outros e sem desreipeitar seu corpo e sua mente.

Fico pensando nos atores, cantores, artistas de circo, artistas em geral e pessoas que se dedicam tanto para o seu propósito e que quando saem absolutamente exaustos de tanto ensaio ou labor, ficam verdadeiramente felizes. É uma felicidade que preenche a alma, o peito, o coração. E este é sim, a janela da verdadeira identidade, da verdade absoluta e limpa de nós mesmos. Devemos sim dormir, estar com a família, aproveitar os amigos, conviver, viver, enfim nos divertir, na "imposta" e intitulada qualidade de vida. Mas, do que adianta isso tudo se no meu propósito maior e mais amplo que é VIVER, estou infeliz ? Esta é a reflexão que devemos fazer todos os dias, ou vá lá....quase todos, para não ser tão chato, ou seja, me distraio para ter qualidade de vida ou vivo com felicidade para ter qualidade na minha vida ? Prefiro a segunda opção. Com cuidados e ressalvas, mas antes de tudo, a FELICIDADE.
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A Essência e os Valores – Workshop
7 de outubro de 2009 at 10:26 2
Finalizamos o Workshop em São Paulo e Curitiba. Tivemos o número de pessoas que queríamos. Mais do que isso, tivemos pessoas muito especias. Normalmente quando se fala de Valores e de Essência ou de descobertas do "Eu", a primeira coisa que vem a mente é: auto-ajuda, exoterismo, meditação ou coisas do gênero. Acredito que nesse ponto fizemos o oposto. Explico-me: no workshop que realizamos, o maior objetivo foi colocar as pessoas em AÇÃO para a descoberta ou esclarecimento de suas forças e fraquezas. Além disso; fazer com que o indivíduo encontre e assuma, através de ferramentas vencedoras, o seu verdadeiro impulsionador. Aquilo que move, que tira da zona de conforto e faz a pessoa andar, agir, viver. Não precisamos atender ao outro, sem primeiro NOS atender. O foco é esse. Eu me entendo e SEI o que posso, quero e o que não quero, para depois entender o outro. O intuito é o de julgar e avaliar a si mesmo, ANTES de colocar a "culpa" no outro ou na organização, família, sociedade. Enquanto estivermos procurando a resposta do lado de fora, as chances de nos encontrarmos e sermos felizes é quase nula. Parece óbvio, mas na prática é isso mesmo que acontece e as pessoas realmente têm dificuldade de entrar em ação, de escrever (processo curador, o da escrita), de falar (outro processo que cura) e de ouvir (mais um que tem o dom da cura). Isso tudo junto, faz uma mudança no indivíduo, se ele está disposto, está aberto para realizar. É sair do querer para o pensar, sentir e agir. Com a essência sentida, descoberta e aflorada, a decisão é colocar em prática ou não. Uma esolha. Mais uma na vida. E se escolher por não "viver" a essência, pelo menos, vai saber que não está vivendo, para depois não se boicotar. Somos seres com muita capacidade de auto-sabotagem, mas também somos seres capazes de nos auto-alegrar.
Foi muito bom, esse workshop. Foi muito bom mesmo. Para mim, um presente que agradeço ter recebido dessas pessoas que confiaram e agiram. Uma vitória da atitude e uma derrota do conformismo e da culpa. Valeu.
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