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Palestra Olhares para o Futuro / Repensadores
18 de janeiro de 2015 at 19:37 0
O evento "Olhares para o Futuro" foi um sucesso! Agradeço a Repense, palestrantes e a todos os participantes por este encontro transformador. Que a gente consiga ser a diferença que tanto desejamos ser. http://youtu.be/hNkddWbzTFY
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Efeito Trator
28 de julho de 2012 at 20:04 1
É fato que nos dias de hoje o famoso “trator” começa a ficar meio de lado nas Organizações.
O efeito daquele indivíduo que vai sem medo, que não nega um bom desafio e pega isso como se fosse a última coisa do mundo e sem se preocupar muito com o que está a sua volta, segue em frente.
Não podemos confundir protagonismo, empowerment ou accountable com massacre. Ter a consciência de que podemos protagonizar ações e desafios com a colaboração dos outros é ponto fundamental para o desenvolvimento da própria carreira e da dos outros também.
O indivíduo que passa por cima para chegar ao objetivo ou enfrentar os desafios, vai ter que se explicar muito bem lá na frente. Isso porque as pessoas não estão mais na posição de se calar, de permitir o avanço do outro por cima de suas atividades, vontades ou opiniões. É claro que existem empresas que admitem, mantém e querem muito os tratores desgovernados, mas pelo o que tenho visto, este perfil está sendo cuidado com muita atenção. O que significa que antes ou até mesmo hoje, esse perfil de indivíduo era meio que “perdoado” justificando suas atitudes com frases do tipo: “Ele passa por cima dos outros mas entrega”, “Prefiro segurar um louco do que empurrar um babaca”, “Deixa o cara trabalhar. Depois a gente conserta” e por ai vai.
Já ouviram frases desse tipo? Pois bem, a pergunta que faço é por que ao invés de reforçar esse comportamento, não tentamos ajudar, alertar, desenvolver e se for o caso dispensar. Quanto vale uma entrega com tanto para ajustar depois? E esse ajuste não é só dos processos burlados ou esquecidos, mas das pessoas e dos times que são prejudicados com esse tipo de atitude.
Outro dia ouvi de um executivo uma frase brilhante que na verdade é título de um livro:
“O Poder dos quietos”. Por que as Organizações querem e nutrem tanto os estilos mais extrovertidos, mais da exposição, do que faz, do que realiza e do que passa por cima?
O melhor de uma Organização e de uma sociedade é quando ela faz essa mescla maravilhosa dos estilos que somam, contróem, fortalecem. Se há aquele que faz, deve haver aquele que pensa, elabora, reflete, investiga. Tudo isso sem perder o prazo, é claro, mas cuidando da forma, do jeito, das palavras e da CONvivência. Viver em conjunto não é fácil, mas é obrigação do líder dar esse exemplo e incentivar suas equipes a construírem a verdadeira diversidade. Não aquela que fica na parede ou no código da empresa, mas nas ATITUDES de suas pessoas.
Vale a reflexão e o pensamento de que podemos sim mudar esse curso. Podemos como pais e mães que criam e desenvolvem indivíduos com a mesma toada da ação o tempo todo. Com a nossa ansia de fazer o melhor, estamos criando nossos filhos para serem “super homens e mulheres”  que podem tudo. Os exemplos: aula de música, de inglês, de espanhol, tenis, natação, luta livre (sim, porque eles têm que se denfender...), balet, ginástica olímpica, escola, reforço, aulas particulares, etc....Ufa!
A pergunta é por que e para que estamos nessa FREEWAY sem acostamento, sem semáforo, sem paradas. Outro dia numa academia do Rio vi meninos e meninas treinando ginástica olímpica as 21:00 hs. Elétricos, é claro, num estacionamento ou fábrica de mini tratores que não param. Somos os responsáveis por isso. Na minha humilde opinião, acredito que existem três formas básicas de mudar esse planeta na questão do desenvolvimento humano: a família, a escola e a empresa. São três pilares importantes para que no futuro os quietos ou introvertidos possam ter orgulho de serem quietos, contribuindo de forma decisiva e sendo respeitados pelo que são e pelo que podem contribuir. E que da mesma forma os extrovertidos possam continuar contribuindo e ouvindo para o melhor de todos. Para o melhor da vida que se resume no diverso, no colorido, na harmonia de diversos tons para o resultado COMBINADO de uma sinfonia explêndida e que seja plena para TODOS.
Que assim seja! Sempre.
 
Artigo originalmente publicado na revista #11 ESTILO TENIS
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Valores e Comportamentos
24 de junho de 2012 at 20:26 0

Tenho trabalhado muito com VALORES nas e das Organizações. Valores que devem ser claros e que devem demonstrar para onde uma empresa quer ir e como ela quer ir. Mas por outro lado, também tenho aprendido cada vez mais que para uma empresa evoluir e se conhecer melhor, seus dirigentes precisam estar atentos aos valores individuais das pessoas, alinhados – preferencialmente – ao mesmo caminhar da corporação. E esse caminhar depende sim das empresas estarem dispostas e abertas para conhecerem melhor as suas pessoas e  seus times. A nova liderança ou a mudança dela no mundo corporativo e por que não dizer, fora dele também, toca diretamente no comportamento humano. No comportamento dos lideres e como eles demonstram seus valores. Atitude demonstra valor. Comportamento demonstra valor. O valor que motiva e o valor que limita. Somos os dois. Assim mesmo; como luz e sombra. Temos os valores que nos limitam para crescer e evoluir, como também temos os valores que nos motivam a sermos pessoas melhores e para avançarmos na vida. Então ficam as perguntas: Quais os valores que motivam a sua vida? Você tem praticado esses valores?
Precisamos ter consciência de que só vamos conseguir entender a corporação e valoriza-la, quando nos entendermos e nos valorizarmos. Parar e refletir sobre isso é parar e refletir sobre a importância da nossa existência, sobre o que queremos como missão de vida e o que queremos deixar para o futuro: o nosso LEGADO. Assim como as pessoas, as empresas querem deixar um legado, uma história. E isso não se faz sem os valores conhecidos e sem a realidade dos valores praticados. Valores como amor, generosidade, honestidade, ética, amizade, família, trabalho, alegria, equilíbrio e muitos mais que pautam e governam a nossa existência.

Falar de engajamento é falar também de valores que combinam. É poder falar daquilo que me move e que move a corporação e o time onde atuo. A questão é que ficamos sempre no paralelo das relações. Uma empresa, um trabalho, representa uma das relações mais importantes para o ser humano, e nós acreditamos que isso pode ser feito assim, meio que no automático. Triste engano. As empresas que querem verdadeiramente se relacionar com as suas pessoas, abrem a discussão para o DESENVOLVIMENTO e para a GESTÃO. Incentiva seus gerentes a serem líderes e como tal, motiva a conversa aberta e fala através dos seus valores, querendo saber dos valores das suas pessoas. Trabalha na rota da transparência pela prática e nao só pela Missão colocada em belas palavras na parede da recepção. Missão sem valores praticados, é perda de energia, é fuga e risco de quebra de propósito e de resultado.

Para tanto, confiar e ser leal depende desse processo de crescimento e amadureciemnto tanto das pessoas quanto da corporação. Os dirigentes e líderes necessitam ser os primeiros a entender esse processo e perceberem a necessidade de uma tomada de atitude. Eles devem ser os pioneiros a darem exemplo concreto de que comportamento é valor e o que se faz é aquilo que se fala. O famoso “walk the talk” está exatamente ai, nesse gap entre a inteção e a ação. Líder que é lider, seja em casa ou no trabalho, consegue fazer aquilo que fala e a partir daí, assumir seu verdadeiro comportamento frente à comunidade.
Precisamos estar conscientes de que cada vez mais a corporação está nas nossas vidas de dia e de noite. Isso faz com que a vida não seja tão fragmentada. Somos uma pessoa só. Um indivíduo indivisível, que tem em seu comportamento, seja em casa, ou no trabalho, a integridade de SER. Isso mesmo, SER e PODER SER. Essa é uma escolha importante, pois se não conseguirmos ser o que realmente somos, podemos estar fadados a famosa e insuportável frustração. Mais do que isso, nossa alegria ficará restrita e definitivamente não nascemos para segurarmos a felicidade. Ela é bem vinda à vida. Pois então é hora de pensar, sentir e agir em relação aos nossos valores de vida. É hora de levantar e observar nossos próprios comportamentos ao invés de apontarmos os dos outros. Se realmente estivermos incomodados com algo, pode ser a hora de avaliar e decidir sobre que caminhos queremos percorrer, pois definitivamente, não há crescimento na zona de conforto e não há conforto para os que querem crescer.

Pois que venham nossos valores transformados em comportamentos que poderão nos levar para lugares melhores na VIDA. Que o engajamento comece com o nosso próprio EU, num acordo de líderes para chegarmos ao engajamento bacana com o que nos cerca.
Que assim seja! Sempre.


Artigo originalmente publicado na revista #10 Estilo Tenis
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Líder ou Gerente?
9 de abril de 2012 at 00:18 0

E falando de carreira, temos aqui uma pergunta muito importante: qual a diferença entre gerente e líder? Nos dias de hoje tenho falado muito sobre esses dois “sujeitos” que andam pelos corredores, salas e reuniões do mundo corporativo, das lojas, dos restaurantes, enfim, dos lugares onde a hierarquia aparece. Para esclarecer ou gerar mais dúvidas ainda - apesar de não ser a intenção - de uma forma geral, todos podemos ser os dois. Por vezes um domina o outro. Por vezes um é parceiro do outro. Por vezes um briga com o outro. Não existe melhor nem pior. Os dois podem se completar e formar uma bela dupla, dependendo da situação.

Para ser um bom líder, um início favorável é o autoconhecimento. Só alguém que se conhece pode tentar conhecer o outro. Só alguém se lidera, pode tentar liderar o outro, só alguém que se responsabiliza, pode se responsabilizar por si e pelo outro. O líder é aquele que pergunta: O que? Por quê? O gerente é aquele que pergunta o como. O líder é o cara da visão, da sensibilidade, da intuição. É o sujeito que inspira e motiva pelas suas experiências e vivências, aproveitando também, a vivência do outro. O gerente é o sujeito dos processos, da forma, do passado, presente e futuro. Ele, o gerente, nos ajuda no COMO, nas métricas, nos dados, na metodologia, nos objetivos. O líder nos ajuda nos PORQUÊS das coisas, das pessoas, das grandes metas, da missão e do propósito de estarmos juntos. Isso quando somos um time. O gerente faz o plano e o líder aproveita o aprendizado de fazer o planejamento.
Muito bom ter os dois, mas efetivamente o mundo está carecendo mais dos líderes que conseguem INOVAR e trazer aquilo que jamais foi pensado. Estamos numa era onde o FAZER está tomando lugar do pensar e do SENTIR. Líder sente mais. Gerente faz mais. Os dois são necessários, mas com equilíbrio. Coisa rara nos nossos dias de hoje. O equilíbrio.
E como podemos formar novos líderes para empresas, carreiras e times melhores? Devo confessar que não acredito nos modelos e nos livros que dizem COMO. Devo dizer que não concordo com coisas do tipo: “os dez mandamentos do líder” ou “os cinco passos para ser um grande líder”.
Se quisermos mesmo responder a pergunta, devemos ser mais humanos. Devemos gostar e aceitar a humanidade, ou seja, aceitar o erro do outro e ter a consciência que falhamos. Um bom líder precisa ter recebido boa dose de AMOR na vida e também precisa assumir que recebeu e, portanto que pode doar, sem expectativas. O verdadeiro líder é aquele que tem a plena e verdadeira capacidade de se colocar no lugar do outro. Ser gerente ou estar gerente, pode se aprender muito bem nas escolas de gestão, no dia-a-dia das empresas, nos cursos e treinamentos. Ser líder depende do olhar para si para o outro. Depende da alegria e da diversão permitida. Depende das conversas com a família e com os amigos. Depende de estarmos dispostos a jantar com quem amamos sem que a TV esteja ligada. Depende de telefonar para os nossos amigos mais queridos e não somente mandar uma mensagem pelo celular ou pelo computador.  Ser líder depende da maravilhosa capacidade de não julgar.
Para ser ou estar gerente precisamos de muito. Para ser líder precisamos de pouco. Mas o pouco que representa o bastante e que nos move para o que não sabemos ainda.
O verdadeiro líder é aquele que AMA a simplicidade. Que tem o desejo real de transformar o complicado em simples, o difícil no fácil e o negativo no positivo. Quer ser líder, então seja antes de tudo o PROTAGONISTA da sua vida e da sua carreira.
Definitivamente carecemos desses líderes maravilhosos que sabiam como motivar e inspirar pessoas. Precisamos nos conscientizar disso para criarmos filhos com essa vocação, com esse desejo. Mas para isso, precisamos estar com eles, conversar com eles, contar boas histórias, traduzir coisas (como um bom líder é capaz de fazer), precisamos nos abrir para o desconhecido e finalmente nos divertir com o que fazemos e comemorar todas as vitórias da vida. Que assim seja!

artigo originalmente escrito para a revista EstiloTênis #7 http://issuu.com/estilotenis/docs/estilotenis7
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CRIATIVIDADE e AUTOCONHECIMENTO
27 de fevereiro de 2012 at 00:30 0
A criatividade tem sido tema de vários workshops e encontros que faço. Aliás, sempre foi.

Mas hoje vejo uma necessidade das pessoas quererem ser criativas, buscarem a criatividade e até fazerem cursos de criatividade. Devo dizer que isso não está em cursos ou manuais. A criatividade é um processo que deve partir de dentro de cada um de nós e com a força e o poder do autoconhecimento.
Ser criativo significa assumir que podemos fazer diferente, que podemos transformar, desenvolver uma nova maneira de fazer as coisas. Criar é o princípio básico da necessidade de viver de uma forma, digamos “revisitada”. Criar um novo hábito, vestir uma roupa diferente, rir diferente, criar e conquistar novas coisas, pessoas, metas, propósitos. A criatividade não é algo complicado. Não deve ser mesmo. Precisamos ser mais simples nessas “coisas” que dizem que devemos ser ou fazer.

E então, surge o termo CO-CRIAÇÃO, que é criar junto, em colaboração com o outro. Virou moda agora. É “CO” para tudo, até para o que eu ainda nem tenho comigo mesmo. Então como vou fazer com o outro ? O início está em nós mesmos, em nosso SENTIR que deve ser respeitado, ligado, religado e assumido e também provocado em toda sua dimensão. Somos seres do pensar, do sentir e do agir. Mas infelizmente nos tornamos mais fazedores e por isso queremos fazer o tal curso de criatividade achando que isso vai despertar, vai acionar a criatividade dentro de nós. Pode ajudar, mas não resolve. A solução, só pra variar, está dentro de nós mesmos. A solução está em reconhecer que somos criativos em muitas coisas no nosso dia a dia mas não nos damos conta disso. Somos atropelados pelo FAZER e pelo AGIR e isso nos tira da conexão com o nosso poder criativo, com o nosso poder de inovar e de pensar diferente.

Devemos nos provocar todos os dias para esse movimento, que depende da nossa arte interna e não externa. Todos somos artistas e criativos maravilhosos da vida. Todos temos a capacidade de criar e aprender a criar. Uns mais que os outros, é claro, mas não podemos confundir o TALENTO da criação com a CAPACIDADE de criar. Somos capazes. Somos, porque pensamos, porque sentimos, porque estamos VIVOS. Pois então, que possamos nos observar e nos entender em nosso mundo interno das criações diárias, para depois olhar pra fora e crescer, aprender, estimular e transformar até o que já foi recriado.

Precisamos nos provocar pra isso. Precisamos nos dar conta de que somos responsáveis pela nossa própria evolução, sem precisarmos de tantos estímulos externos para isso. Observar o outro olhando para si mesmo é sem dúvida um grande exercício para o processo criativo. O problema é que não observamos mais ou estamos observando pouco. E junto com essa escassez de observação está a escassez em ouvir o outro, em prestar atenção nas pessoas, nas coisas, nos grupos, na cidade, no país e finalmente no planeta. Queremos ser encontrados, mas não estamos tendo a capacidade e a humildade de encontrar ninguém. A criatividade vem desse encontro interno para depois encontrarmos o externo. E ai, temos o milagre da percepção, da intuição, da sensibilidade. Tudo isso é caldo para a criatividade, para a inovação e porque não dizer para a FELICIDADE.

Que possamos nos abrir para nós mesmos e que essa abertura nos permita nos abrir para o mundo e para as pessoas maravilhosas que habitam esse nosso mundo sem fronteiras, assim como a criatividade e a inovação. Sem fronteiras, sem amarras, sem aulas ou cursos, sem manual ou “guidelines” que ao invés de abrir, fecham e podem restringir o nosso melhor, o nosso poder autêntico, a nossa verdade interior e o nosso jeito de ser. O jeito de cada um de amar, de sentir e de se conectar. Que a escola da VIDA possa ser a melhor mestra para a criatividade. E que o respeito a nós mesmos e aos outros possa estimular o nosso verdadeiro propósito de vida. Desejo dias criativos para todos. Desejo que todos possam reconhecer que a criatividade está nas coisas simples da vida. No nosso dia a dia, tão engolido pelo agir e pelo fazer. Lembrem-se: SER criativo depende de SER humano. E isso nós somos.

artigo originalmente escrito para a revista EstiloTênis #7 http://issuu.com/estilotenis/docs/estilotenis7

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O Sucesso
25 de janeiro de 2012 at 19:29 1
Ahhhhh o sucesso...
Todos queremos ter, conviver com ele, senti-lo, estar com ele de alguma forma. O sucesso é da humanidade... E como humanos que somos, devemos sim pensar nele e querer que ele esteja em nossas vidas. Mas assim como o sucesso tem o fracasso. Pois é, outra coisa do humano. A FALHA. É claro que queremos mais o ACERTO, mas falhar pode nos levar ao melhor acerto futuro. Porém mais importante que o sucesso - que deve ser encarado como consequência – é falar do otimismo, daquilo que é positivo. Mais importante que o fracasso, é falar do pessimismo, daquilo que pode ser negativo. A forma como encaramos a VIDA nos dá sim direções importantes para esses dois caminhos: o sucesso ou o fracasso.
E agora, nesse momento de início de ano, fazer uma reflexão sobre quantas vezes fomos otimistas no ano que passou é fundamental para uma virada de página, para talvez uma nova postura diante da vida. Encarar os problemas, ver, saber, ter consciência, mas, por favor, com otimismo. O mundo está precisando disso. O planeta clama por boas oportunidades para sobreviver e para viver mais lindamente. Nós, que fazemos parte desse maravilhoso planeta, devemos jogar esse otimismo em nossas ações, em nossos planos, nas pessoas que amamos, nas pessoas que estão a nossa volta, em tudo. Jogar otimismo, mandar otimismo, pensar otimista, sentir otimista. Parece louco? Não. É necessário. Acredito que somos o que comemos, mas também o que sentimos, pensamos, fazemos. Portanto, ser otimista depende de algumas premissas como, por exemplo, não falar mal das pessoas, elogiar mais, reconhecer, comemorar as pequenas vitórias (coisa tão rara hoje em dia), rir muito mais, se divertir com o que é básico como a própria cara no espelho logo de manhã. Isso pode ser muito engraçado. Isso pode ser ótimo/otimista. Ou, pode ser péssimo/pessimista.
Tanta coisa vem a mente e ao coração quando o otimismo me toca. Pois são essas coisas boas que devem sair de dentro da gente e se transformarem em palavras, sentimentos e ações. Somos seres muito exigentes com a gente mesmo e com os outros. Somos seres críticos por natureza e a crítica fria e muito purista não é amiga do otimismo. Pois então, vamos dar vazão às pequenas e maravilhosas vitórias da vida e pensar que podemos ser melhores sim. Nascemos para sermos felizes e para fazermos os outros felizes também. Por isso queremos viver numa sociedade. Então, vamos honrar essa missão. E por falar em missão, você já sabe qual é a sua missão na vida? Qual é o seu propósito? Esse pode ser um belo começo para ter otimismo, para acreditar que é possível e que o sucesso é apenas um resultado, um final de estrada com ou sem um belo por do sol.

Que o otimismo seja muito bem-vindo na vida de todos nós e que possamos saber recebê-lo em nossos atos, gostos e emoções.
Que o sucesso venha desse otimismo e dessa crença em nós mesmos e na vida. Que a alegria e o sorriso sejam a música para esse novo ano novo cheio de otimismo, sucesso e diversão.

artigo originalmente escrito para a revista EstiloTênis #6
http://issuu.com/estilotenis/docs/estilotenis_6
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A Era de Aquarius
20 de dezembro de 2011 at 17:04 0
Muitos dizem que a Era de Aquarius acabou de começar. Muitos acreditam que esse NOVO ANO de 2012 vem com a missão de desenvolver na HUMANIDADE o espírito de solidariedade e de responsabilidade. Essa tal responsabilidade que não é só em relação a mim mesmo, mas também em relação ao OUTRO. Responsabilidade por nós mesmos, nossa família, nossos amigos, nosso condomínio, nossa rua, nossa vila, nossa cidade, nosso país, nosso planeta.
Sentir-se verdadeiramente responsável, toca no princípio daquele que protagoniza sua própria vida, daquele que se conhece, que não tem medo do outro e por isso entende, aceita, tem compaixão e finalmente AJUDA. Sim, ajuda. Palavra mágica que pode fazer mudar um planeta. Ajuda sem EGO, pelo simples interesse de se vincular a alguém. Pelo simples interesse de fazer algo pelo outro sem nenhuma EXPECTATIVA de reconhecimento. Tarefa difícil, porém possível para aqueles que têm a leveza no coração. Podemos ser leves, nascemos leves, engraçados, divertidos, desajeitados, sorridentes e com muitos e muitos erros. Ao longo da vida vamos enrijecendo nossa alma, nosso coração, nosso corpo e nossas ações. Que pena...

Esse novo ano de 2012 será o meu ano de esperança e ação. Será o ano em que eu quero a profundidade do SENTIR e a responsabilidade de querer cumprir com o meu propósito de vida, mais e mais. Esse novo e belíssimo ano de 2012 poderá ser sim, o ano de todos nós que queremos a vitória da humanidade sobre a desumanidade. O ano em que levaremos na memória para nossos filhos e para as gerações futuras. O ano das relações verdadeiras e claras. O 2012 que traz a Era de Aquarius e sua essência de luz e prosperidade. O ano que a prosperidade de um, pode e deve ser a prosperidade de todos.

Compartilhar e entender o outro não é tarefa fácil, mas devemos insistir nisso. Deixar o egoísmo de lado e a individualidade exagerada pode ser uma promessa para esse novo ano de 2012. Isso para evitarmos a vergonha alheia e a própria vergonha de nos esconder de nós mesmos e de não cumprir com a nossa promessa INTERIOR.

Pois então, que esse final do ano de 2011 venha sem promessas ditas ao vento. Sem as famosas listas de coisas que queremos deixar de fazer e outras que queremos realizar, mas que nunca realizamos. Que esse final de ano de 2011 venha com a promessa calada do coração que ouve tudo e que assim, é capaz de gravar em luz e energia o nosso verdadeiro e mais profundo desejo. Que esse final do ano de 2011 traga a responsabilidade dos que acreditam na LUZ ALHEIA porque tem a LUZ PRÓPRIA bem resolvida e acima de tudo assumida. Que nossa força seja soberana diante das dificuldades e que a Era de Aquarius seja bem vinda aos corações dos que querem AJUDAR e SALVAR. Que a diversão nos acompanhe e que o amor seja curador em toda a sua capacidade de doação e plenitude.
Feliz, Feliz, Feliz Novo Ano de 2012. O ano em que queremos, podemos e devemos.

artigo originalmente escrito para a revista EstiloTênis # 5
http://issuu.com/estilotenis/docs/estilotenis_5
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Os Jovens Superando o Insuperável
1 de dezembro de 2011 at 20:07 0
Esse post vai para a galera que tenho encontrado na minha vida e que faz parte de um movimento lindo de pessoas que querem crescer e ser melhores a cada dia. Vai para os ávidos pelo desenvolvimento e pelas descobertas. Vai para os que podem se satisfazer com uma coisa de cada vez, com cada conquista e assim, serem os PROTAGONISTAS da própria vida, sem se vitimizar ou achar que a CULPA está sempre no "outro". Esse post já foi artigo da revista Estilo Tenis, mas resolvi "blogar" para os que passam por aqui. Esse post vai pra minha alma de menino. E que ela sobreviva e viva sempre dentro e fora de mim. Que assim seja !!!

Falar dos jovens já é um desafio. Mais ainda quando esse desafio está em superar seus próprios desafios, metas, posições. Isso porque por princípio, esses jovens já são o puro desafio. Já nascem com esse dogma terrível de terem que superar tudo e todos, SEMPRE. Lamentável engano de uma sociedade que impõe a esse público o objetivo de conquistar sempre mais e mais e se superar a cada partida de jogo, a cada etapa da vida.
Considero que um indivíduo só se supera (baita desafio) quando ele quer realmente que isso aconteça e se coloca a frente das dificuldades de maneira pacificada e tranqüila. Não estamos falando aqui de um jogo de “faca na boca”, mas de um desejo profundo e verdadeiro de querer se transformar e conseguir algo que está no seu propósito maior de vida. Ai sim, essa “superação” vale a pena.

Entrar numa companhia como trainnee, é sem dúvida o sonho de muitos jovens, mas ai estamos falando de um sonho próprio e nesse caso é super válido seguir o sonho. Afinal é pra isso que estamos aqui nesse planeta. O perigo é a imposição que pais, família e sociedade colocam frente aos jovens para que consigam um lugar, uma posição numa empresa bacana para que este fato possa preencher os desejos de outros e muitas vezes – por último – do próprio indivíduo. Claro que é muito difícil não sucumbir a tanta pressão, mas se o jovem teve uma boa base familiar com valores claros e acima de tudo, liberdade de pensamento e ação, com certeza sua escolha será mais assertiva e terá a ver integralmente com seu propósito de vida. Falar de base familiar é muito importante e porque não dizer essencial, pois está na família e no meio que nos cerca, nossas primeiras escolhas e nossa visão de mundo. Por isso, se o jovem nasceu e foi criado num ambiente cujo alicerce é a liberdade e o respeito individual, ele tem grandes chances de caminhar com as próprias pernas, assumindo suas escolhas e definindo por si só o seu futuro.

Acredito que quando temos uma vida bem resolvida, temos escolhas mais bem feitas. Quando nos conhecemos e fazemos um mergulho profundo em nossa luz e nossa sombra, temos mais ferramentas para sermos protagonistas de nossas vidas e assumir nossos acertos e erros.

Sem dúvida que, iniciar uma carreira corporativa como estagiário e depois trainnee de uma grande empresa, pode favorecer para um futuro mais promissor nesse ramo profissional. Porém não podemos deixar de pensar nem ressaltar que na vida os jovens têm outras inúmeras escolhas para trabalhar e serem felizes. Escolhas que fazem parte de uma centena de vivências adquiridas por eles. Vivências e experiências patrocinadas e incentivadas, em primeiro lugar, pelos pais, família e amigos. Essas visões de mundo dão aos indivíduos mais alternativas, mais volume de escolhas. Isso é que é bom na vida. Ter “estoque” de experiências para escolher mais tarde. Isso vale para viagens, shows, festas, momentos importantes que muitas das vezes nos privamos e privamos nossos filhos de viverem. Pois então, para ter sucesso na carreira de trainnee, em primeiro lugar, é importante parar, pensar e sentir por quem este caminho foi traçado. Ajudar não é pecado, mas impor, é invadir o sonho do outro sem permissão. Bravo! Para as escolhas de cada um, mesmo que muitas vezes, elas sejam o contrário do sucesso pretendido por todos.

artigo originalmente escrito para a revista EstiloTênis #4
http://issuu.com/estilotenis/docs/estilotenis_4
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Noel FASHION
19 de junho de 2011 at 13:46 0
Então você vai a um desfile de moda e encontra Noel Rosa.
Nada mais adequado e ao mesmo tempo inusitado. De repente a música de Noel com toda sua poesia, amor, luz e arte invade a passarela do Ronaldo "Rosa" Fraga e inspira a todos numa corrente inacreditável de alegria e esperança.
Sim, experança de um Brasil e de um povo realmente FELIZ. Que canta e dança assim nesse ar quase sempre blasé de um desfile de modas. Ronaldo conseguiu provar e comprovar que nós, os brasileiros, (muito copiadores de quase tudo) podemos colocar MODA NA RUA com brasilidade sem ser verde, amarelo, bananas, araras ou abacaxis.

Uma moda de arte e música de bom gosto. Arte pura. Magia de um homem com suas lentes loucas, conseguindo atrair uma multidão para a segurança de quem sabe fazer moda com estilo brasileiro. Verdadeiramente brasileiro. Um Brasil carioca, mas do mundo. Um Brasil que sabe que fazer moda, pode sim se deixar levar naquilo que a gente tem de melhor.
Ronaldo "Rosa" Fraga explodiu com todo seu talento em uma noite de brasilidade fashion. Numa moite de arte fashion com humor, amor e cor. A cor das calçadas da Vila. A Vila Isabel que tanto conheço. A Vila de Noel, que agora Ronaldo joga mais e mais para o MUNDO. Para o mundo da moda que por muitas vezes é mega elitista e que cerca o povo com suas grades e cordas invisíveis. Noel chegou do céu e da Vila para as passarelas, esbanjando sua carioquice e seu jeito malandro apaixonadamente carismático, leve e até engraçado.

Uma moda de curvas, laços, claves, rodas, babados, notas musicais e acima de tudo de AMOR e ALEGRIA. Ronaldo "Rosa" Fraga conseguiu isso. Foi para mim uma mistura de orgulho e saudade. Uma saudade daquela que dói gostoso no coração. A saudade do Rio da Vila, das músicas de Noel que eu tanto ouvi da boca da minha avó, do meu pai, da minha mãe e dos velhos que me ensinaram tanto e que ainda me ensinam. Uma Vila do Rio resgatada como uma vila mesmo. Com suas casas pequenas, seus quintais de plantas que curam, suas cadeiras na calçada e sua gente feliz. Gente a cantar Noel e a desfilar suas músicas com encanto, magia e verdade. Isso tudo se misturando a top models com seus corpos "corretos" vestidos de Noel e desfilando numa passarela calçada e iluminada pelos confetes de carnaval.

Noel esteve presente com Ronaldo. Os que viram e sentiram, puderam se orgulhar de ser brasileiros. Os que viram e sentiram os músicos da Vila tocando e cantando num cenário da Vila do Rio que se chama Isabel, puderam notar que a MISTURA é poder de arte. É coragem de trazer o nosso melhor para o mundo e sacudir um pouco as senhoras e senhores "vestidos" em seus saltos altos. É irreverência pacificada e iluminada pela vontade de fazer o melhor com o nosso melhor.
E esse melhor veio e pode vir sempre. Isso porque somos maravilhosos. Somos ótimos e criativos. Somos alegres e irreverentes. Podemos sim, terminar um desfile de modas cantando, dançando, pulando e fazendo uma verdadeira batalha de confete. A batalha que não fere e não mata. A batalha criativa e iluminada pelo nosso simples prazer de ser FELIZ e alegrar a VIDA.
Ronaldo "Rosa" Fraga conseguiu isso com seu time de pessoas que acreditaram nele e foram junto atrás do cordão da Vila de Noel. Atrás de um sonho que virou realidade, no melhor jeito brasileiro de trazer pra todos uma moda de música, luz e muita arte.

Ahhhh...e "Se eu morrer, não quero choro nem vela. Quero uma fita amarela, gravada com o nome dela". Nada mais poético, carioca, samba e paixão.

BRAVO Noel!
BBAVO Ronaldo!
Que essa moda não vire moda...Nunca !!!
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RIO Animado
10 de abril de 2011 at 20:43 0
E não é que o Carlos Saldanha fez um RIO animado mesmo ? O filme/desenho/musical/tudo, RIO é uma deliciosa viagem a um RIO que eu amo. O RIO despretencioso e cheio de amor, alegria, música e beleza. Ontem saí do cinema feliz, orgulhoso e com a sensação de que era famoso. Muito famoso...
Depois de uma semana de muita tristeza com as perdas que tivemos no Rio. Depois de tudo o que vimos e que nunca havíamos visto antes no nosso país, pude sentir um gosto gostoso na boca e no coração. Estava meio amargo com tudo o que aconteceu e que definitivamente não nos pertence. E de repente vou ver o RIO e me apaixono por tudo. De novo. Graças a Deus!

E então, alguns dizem que não é lá essas coisas ou que eperavam mais...E eu pergunto, mais o que ? E alguns insistem em dizer que o Rio nem é assim do jeito que é mostrado. E eu respondo: O meu RIO é assim sim. É assim mesmo. E tem outros que dizem: mas o Rio nem tem tanta arara e pássaros assim. E eu respondo novamente: O meu RIO tem muitos pássaros, araras, e tudo que tem cor, vida e alegria.
Por que só os desenhos animados de outros lugares e outros países e até outros planetas, podem ter de tudo e os nossos não ? Por que somos tão "exigentes" com as coisas que fazem e falam de nós ? Pois o cara, que é brasileiro, mandou muito bem e fez um RIO bem cuidado, alegre, divertido, apaixonado. Tudo acontece ao mesmo tempo e a ginga e o jeito carioca não ficaram de lado. Tem muito o que sentir e se orgulhar. Além das aventuras de um desenho animado "normal", tem o amor louco, liberto e contrário de duas araras. As duas brasileiras, é claro, mas uma meio americana que vivia FELIZ no seu mundo, mas que infelizmente não tinha aprendido a VOAR e a outra carioca, livre e louca. E o filme mostra isso: como aprender a ser livre. Como aprender a voar. LINDO !!! O amor, a coragem, a força e acima de tudo o SENTIR liberto de todas as amarras fazendo voar. Um Rio que faz voar e sentir através de personagens pintados de todas as cores. Um tucano amigo do peito e uma arara livre e forte que ensinam a outra arara - sem querer ensinar - que o poder da verdadeira conexão está ancorado no nosso CORAÇÃO. Coisa difícil de ser acionada nos dias de hoje...

RIO é assim. Muitas conexões, com um toque de magia e liberdade. Um Rio de antigamente, mas com a cara de hoje. Um Rio que mistura todas as tribos e todas as formas. Um RIO com muitas licenças poéticas - e o Carlos Sandanha tem esse DIREITO - e com uma trilha sonora digna da maior reverência. Uma trilha que fala do amor e da alegria. Uma música que tem a NOSSA CARA. Apaixonada e feliz. Somos das cores, dos sabores e da emoção. Vivemos tudo e queremos tudo. Assim, ao mesmo tempo. Mega exagerados com um desejo ardente de contar ao outro tudo o que acontece. O RIO do Carlos é assim. Agora ele é meu amigo, meu compatriota, meu conTERRÂNEO de crença e de alma. O Carlos, criador das duas araras e de seus amigos brasileiros e americanos, sem distinção, sem poder ou frescuras. O Carlos brasileiro que deu certo lá fora e que agora, depois de muito tempo, consegue dar o seu grito de amor e gratidão. BRAVO !!! Digo eu ao Carlos e ao seu grito leve e alegre pelo poder de levar ao mundo as nossas cores e a nossa alegria. Bravo por levar ao mundo um RIO ANIMADO, poético, diferente, com o NOSSO Cristo Redentor iluminado pela fantasia e pelo amor. Um RIO brasileiríssimo com tudo o que isso pode significar. Um RIO que chegará a todas as pessoas e crianças do mundo e que com isso poderão se apaixonar e vibrar com as asas azúis da liberdade. Sim, a liberdade do Carlos é AZUL e não podia ter outra cor. Somos nós. Livres e alegres. Ardentes e apaixonados. Coloridos e divertidos, arrancando o melhor dos nossos corações para ajudar o mundo a ser melhor.

Telling the World !!! Música que simboliza o amor, o romantismo e a liberdade. Telling the World que somos maravilhosos e que podemos sim ter o RIO e o BRASIL que merecemos, desse jeito que o Carlos fez. Com tudo mesmo, incluindo as favelas bonitas, as praias limpas, a Sapucaí colorida, o céu azul, a areia branca e por que não; muitas e muitas araras e pássaros coloridos cantando e dançando numa floresta que só pertence a nós, porque está no nosso CORAÇÃO.

Valeu Carlos. A partir de agora você tem mais um amigo do coração.
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